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História

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Nunca me senti confortável apenas em receitar medicamentos para os meus pacientes. Sempre soube que poderia fazer algo a mais pela vida deles. Não sentia que meu trabalho estava completo. Sempre acreditei que os melhores resultados são alcançados com uma abordagem personalizada e com a avaliação do todo, sem olhar o paciente por partes ( ex: só um intestino, só uma tireóide, só um fígado). Tudo está conectado. 

 

Saúde é o bem estar físico, mental e social  (  conforme definição da Organização Mundial de Saúde), e eu acrescentaria também,  o espiritual.Eu não poderia oferecer saúde apenas prescrevendo medicamentos, sem investigar e tratar as causas dos problemas, sabendo que em muitas situações o fontes comportamentais do paciente era fator determinante da sua condição clínica.

Desde 2007 já escrevia sobre o impacto dos radicais livres na saúde e fazia pesquisa sobre qualidade de vida. Foi então que, durante e após a residência médica, fui buscar mais respostas para minhas inquietações, acabei encontrando muito conhecimento baseado em evidências científicas e muito bem consolidados fora do país também. Além disso, busquei melhorar a compreensão sobre epigenética, nutrigenética, nutrigenômica e distúrbios funcionais. Tudo isso me fez ter uma visão diferenciada do ser humano e mudou completamente a minha forma de olhar para o adoecimento e para a saúde. 

 

Pude observar que nem sempre a genética é destino, pois é possível expressar ou silenciar os nossos genes (inclusive os envolvidos com diversas doenças), através do manejo de fontes comportamentais, através de estratégias adequada e personalizadas, respeitando a individualidade bioquímica de cada um. 

Todo o programa de cuidado personalizado que eu desenvolvi foi baseado no conhecimento  e estudo buscado e estruturado ao longo desses anos, para responder também os meus questionamentos internos. Percebia que mais medicamentos na vida dos meus pacientes, significava que eles estavam mais doentes e não mais saudáveis. Precisava mudar essa realidade. Eles começavam com uma dor, que gerava outra dor, iniciavam uso de  um medicamento para reduzir os efeitos colaterais dos outros. Isso me frustrava, afinal, o que sempre me motivou foi perceber as pessoas vivendo com mais saúde e felicidade, conseguindo aproveitar os momentos com qualidade de vida. 

Esse método  que desenvolvi, através também do Programa de Acompanhamento Dra. Ivia Magalhães, surgiu da necessidade que os pacientes tinham de serem tratados como uma "unidade indivisível".

 

Busquei, então, uma abordagem atual, avançada, preditiva e personalizada, visando prevenção, diagnóstico e tratamento, com o foco não necessariamente voltado para os medicamentos. Saber usa-los com sabedoria, é o principal. E lógico, que eles podem ter indicação. Como médica, sei que precisamos ter o melhor dos dois "mundos". 

O foco deixa de ser centrado apenas na doença (ou em uma parte do corpo) e passa a ser na pessoa em sua totalidade, para que o  paciente alcance o equilíbrio da saúde e qualidade de vida.

Os meus pacientes não são avaliados apenas pelos sinais/sintomas. Avalio, além de toda a sintomatologia, fontes comportamentais que podem ter contribuído para a condição. O que leva tempo e demanda muita dedicação. 

É muito comum que um médico diga a um paciente para reduzir o estresse, para comer melhor ou conseguir mais equilíbrio. No entanto, muitas pessoas até querem, mas não sabem como, ou ainda, não mantém as mudanças a longo prazo. 

 

O Programa de Acompanhamento da Drª Ivia Magalhães, veio para transformar a saúde e a vida das pessoas. Não apenas as doenças.

O tratamento é preditivo, preventivo, personalizado e participativo.

 

Minha maior missão é gerar  transformação na vida dos meus pacientes, para que eles se tornem as  suas melhores versões.

O "segredo" está no  bem estar físico, mental, social e espiritual dos meus pacientes. Uma vida com sentido, significado e saúde. 

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